sábado, 5 de novembro de 2011

DOAÇÂO de ÒRGÂOS e TECIDOS

                                   A vida em suas mãos ..:

____
*“E vos darei um coração novo,e porei dentro de vós um espírito novo;e tirarei um coração de pedra de vossa carne,e vos darei um coração de carne.”    Ezequiel 36,26
____________________
                                 O que é Doação de Órgãos?
É um ato pelo qual você manifesta a vontade de que, a partir do momento de sua morte, uma ou mais partes do seu corpo (órgãos ou tecidos), em condições de serem aproveitadas, possam ajudar outras pessoas.


                      Doação de Órgãos... ... Esperança de Vida:
Dois passos simples que podem salvar uma vida:

1º PASSO
Compartilhe sua Vida...
Seja um Doador.
2º PASSO
Compartilhe sua decisão...
Avise a sua Família.

                                      Religião e Transplante


Todas as religiões encorajam a doação de órgãos e tecidos como uma atitude de preservação da vida e um ato caridoso de amor ao próximo.
*
A maioria das religiões, contudo, consideram este ato uma decisão individual de seus seguidores.
*
*Para os Testemunhas de Jeová, onde a transfusão de 
sangue não é admissível, a doação de órgãos e tecidos "limpas" de sangue é permitida.  






                             Quais são os tipos de Doadores?


Doadores vivos, no caso de órgãos duplos

Doadores não-vivos, após constatação de morte encefálica

                               Doador de órgãos em vida :
Toda pessoa que tiver parentesco consangüíneo de até terceiro grau (pais, irmãos, filhos, avós e tios)
Quem não pode ser Doador de Órgãos?
*Pessoas não parentes, porém com ordem judicial  
*Pessoas compatíveis com boas  condições de saúde


Quem não pode ser
Doador de Órgãos?
*Portadores de infecção não controlada,  HIV positivo, e neoplasias malignas
*
*Portadores de doenças que pela sua evolução tenham comprometido o estado do órgão
Pessoas sem documentos de identidade e menores de 21 anos sem a expressa autorização dos responsáveis. 

Órgãos que podem ser doados em Vida

Um dos rins

Parte do pulmão


Parte do Fígado

Medula óssea



Órgãos que podem ser doados após a morte:
Rins
Pulmões
Coração
Válvulas cardíacas
Fígado
Pâncreas
Córneas
Ossos
Cartilagem
Tendão
Veias
Pele










Transplante de Órgãos

Indicação:
 doença terminal
  do órgão
 vontade de
   realizar
 ausência de
  contra-indicação




                            Doadores de órgãos não-vivos:

São aqueles em que se constata a Morte encefálica
O que é Morte Encefálica???

Morte encefálica significa a morte da pessoa

É uma lesão irrecuperável e irreversível do cérebro após traumatismo craniano grave, tumor intracraniano ou derrame cerebral

É a interrupção definitiva de todas as atividades cerebrais



Morte Encefálica:
É importante que não se confunda morte encefálica com COMA.

O estado de coma é um processo reversível
O paciente em coma está vivo

A morte encefálica é irreversível
O paciente em morte encefálica não está mais vivo

Organização estrutural do sistema de captação de órgãos:

        Sistema Nacional de Transplante (SNT)
      ↓
        Central de notificação, captação e
        distribuição de órgãos (CNCDO)                    
     ↓
        Organização de procura de órgãos (OPO)
     ↓
       Hospitais notificadores          













                                Confirmação de Morte Encefálica:


Para que a morte encefálica seja confirmada é necessário o exame 

clínico neurológico de, pelo menos, dois médicos.


Estes médicos não podem fazer parte da equipe que realizam o transplante.

É obrigatório que o diagnóstico de morte encefálica seja confirmado por exame complementar

Só então a morte encefálica estará confirmada, sendo o paciente declarado morto.

Diagnóstico gráfico de Morte Encefálica
Angiografia com fluxo sangüíneo cerebral

















                                 Lista Única de Espera:



Portaria N.º 3.407 de 05 de agosto de 1998, o sistema de lista única é constituído por um conjunto de critérios específicos de distribuição para cada tipo de órgão ou tecido, selecionando, assim, o receptor adequado.

Criada pelo Sistema Nacional de Transplantes  (SNT) e é supervisionado pelo Ministério da Saúde.


                                  Principais legislações:
A doação de órgãos no Brasil é regulamentada pela LEI Nº 9.434 de 04 de fevereiro de 1997 e pela LEI Nº 10.211 de 23 de março de 2001 que reconhecem duas situações: 



1. Doação de Órgãos de doador vivo, familiar até 4º grau de parentesco, mais freqüentemente de rim, pois é um órgão duplo e não traz prejuízo para o doador; e
2. Doação de Órgãos ou tecidos de doador falecido, que é determinada pela vontade dos familiares até 2º grau de parentesco, mediante um termo de autorização da doação.

                                        Princípios éticos :
O princípio da intangibilidade corporal

 O princípio da solidariedade

O princípio da totalidade,

O princípio da autonomia

O princípio da confidencialidade

 Princípio da gratuidade


Inerente ao conceito de dignidade da pessoa humana, não existe transplantação do encéfalo (embora exista de tecidos cerebrais), bem como dos órgãos sexuais. Isto porque, estas duas situações parecem pisar a fronteira da identidade.


Por fim, tem de se atender ao princípio da não discriminação, em que a seleção dos receptores só pode ser feita mediante critérios médicos.

Mensagem de um Doador:
Não chamem o meu falecimento
de leito da morte, mas de leito da vida.
Dêem minha visão
ao homem que jamais viu o raiar do sol,
o rosto de uma criança
ou o amor nos olhos de uma mulher.
Dêem meu coração
à uma pessoa cujo coração
apenas experimentou
 dias infindáveis de dor.
Dêem meu sangue ao jovem
que foi retirado dos destroços de seu carro,
para que ele possa viver
para ver os seus netos brincarem.
Dêem os meu rins às pessoas
que precisam de uma máquina para viver
de semana em semana.
Retirem meus ossos, cada músculo, cada fibra
e nervo do meu corpo
e encontrem um meio para fazer
uma criança inválida caminhar.
Explorem cada canto do meu cérebro.
Retirem as células, se necessário,
e deixem-nas crescer para que, um dia,
um menino mudo possa gritar em um momento de felicidade
u uma menina surda possa ouvir o barulho da chuva
de encontro a sua janela..
Queimem o que restar de mim
e espalhem as cinzas ao vento,
para ajudar as flores brotarem.
Se tiverem que enterrar algo,
que sejam meus erros, minhas fraquezas
e todo o mal que fiz aos meus semelhantes.
Dêem meus pecados ao diabo.
Dêem minha alma a Deus.
Se, por acaso, desejarem lembrar-se de mim,
façam-no com ação ou palavra amiga
a alguém que precisa de vocês.
Se fizer tudo o que pedi,
estarei vivo para sempre.

Robert N. Test – 1978
(Fragmento e adaptação)

Conclusão
Aparece em toda força a necessidade de conscientização
da população em geral a respeito da doação de órgão,
que ,do ponto de vista ético é um ato de solidariedade.
Muitos tabus de ordem cultural e religiosa precisam ser superados

Matéria cedida pela estudante de Enfermagem  -  Hellen Rodrigues


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

                               Relações Útero-Feto-Anexiais

Atitude, Situação, Apresentação e Posição fetais
Introdução
uConhecer a posição é fundamental
Ex: Transverso à cesariana ou versão podálica

uConvenção:
Atitude
Situação
Apresentação
Posição

Introdução:
uDiagnóstico
Clínico
uPalpação abdominal
uExame vaginal
uAusculta

Meios técnicos
uUltra-sonografia
uRx

Atitude:
Atitude
uTermo: feto = 50cm / cavidade uterina = 30cm
Atitude à adaptar ao espaço
uConceito
relação das diferentes partes fetais entre sí
Flexão da coluna vertebral para diante, com a cabeça levemente fletida e coxas fletidas sobre bacia

Atitude
uPolo pélvico maior
uOvóide córmico à tronco e membros

uNessa atitude à
Eixo fetal 25cm (metade!)

uInfluência do líquido amniótico
< líq à >flexão

Situação:
Situação
uRelação: eixo longitudinal do feto – eixo longitudinal da mãe


uLONGITUDINAL ou TRANSVERSAL


uOBLÍQUIA (45º) à instável
Trab. Parto: Longitudinal ou transversal

uLongitudinal: 99%

uTransversais:
Multiparidade
Placenta prévia
Hidrâmnio
Anomalias uterinas
(Gemer e Segal, 1994)


Apresentação do Feto:
Apresentação
uParte da Apresentação
Parte do corpo à frente do canal de parto
Região que ocupa o estreito superior e nele vai se insinuar
Deve haver obstáculo à não existe antes do 6º mês
De define nos 2 últimos meses
palpada no exame vaginal
Situação longitudinal
uCabeça à apresentação cefálica
uPelve à apresentação pélvica
Situação transversa
uOmbro à apresentação córmica
Apresentação
uCefálica (2 situações)

Cabeça fletida, de vértice, occipício, craniana
uQueixo encosta no tórax
uReferência: fontanela occiptal
uApresentação de vértice ou occiptal

Cabeça defletida
uPescoço fetal no dorso
u3 variedades de acordo com grau de deflexão
1º grau à apresentação de bregma
2º grau à apresentação de fronte
3º grau ou máxima à apresentação de face

Apresentação:
uPélvica

pélvica completa, pelvipodálica
uFlexão dos mmii é completa à coxas sobre bacia e pernas sobre coxas

pélvica incompleta, modo de nádegas, agripina
ummii sobre parede anterior do tórax
uSomente flexão das coxas sobre a bacia
uEstreito superior se reconhecem as nádegas
  
Apresentação:
Pélvica

Modalidades menos frequentes
uModo de joelhos à coxas em extensão e pernas fletidas sobre as coxas
uModo de pés à ambas as pernas em extensão
uModo joelho incompleta à apenas um joelho acessível
uModo pé incompleta à apenas um membro em extensão

Apresentação
Situação transversa – apresentação córmica
uDorso-anteriores
uDorso-posteriores

Posição:
Posição
uConceito:
Relação dos pontos de referência fetais com os maternos

Maternos:
uPúbis
uEminência ileopectíneas
uExtremidades do diâmetro transverso
uSinostoses sacroilíacas
uPromontório

Fetais:
uVariam com a apresentação:
Apresentação de vértice: lambda
Apresentação bregmática: bregma
Apresentação de fronte: raiz do nariz
Apresentação de face: mento
 Variedade de Posição
uRelação do ponto de referência fetal com o materno

uComplementa o diagnóstico da apresentação
 

uSituação longitudinal    99,5%

Apresentação cefálicas 96,5%
uFletidas                      95,5%
uDefletidas                   1,0%

Apresentação pélvicas   3,0%
uCompleta                    2,0%
uIncompleta                  1,0%

uSituação transversa        0,5%








Bibliografia
uMedicina Materno-Fetal
Antonio Guariento

Matéria cedida por:Hellen Rodrigues 

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA

                                          ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA





Como se Comportam as Células Cancerosas
Multiplicação rápida
Formação de novos vasos
Desprende do tumor
Menos especializadas
Substituição células normais pelas cancerosas – perda das funções


Genes tipicamente mutados no câncer:
Qualquer tumor é constituído pela progênie de uma única célula que acumulou mutações em genes suficientes para evadir os mecanismos anti-tumorais e para ganhar autonomia na replicação.
Basicamente são 4 classes de genes importantes na patogenia do câncer:
ONCOGENES (genes que normalmente estão envolvidos na proliferação celular. Em cels. Normais a proto-oncogenes é inativada), quando a célula sofre mutação aumenta a sua atividade elevando

a proliferação celular.  A PROTO-ONCOGENES é ativada e se transforma em ONCOGENES.
o    MYC: fator de transcrição nuclear pró-proliferativo. Mutação pode aumentar a expressão deste gene e a proliferação.
o    RET: receptor celular que pode sofrer mutação e tornar-se autônomo.
o    RAS (gene): proteína de transdução de sinal proliferativo que se pode tornar autônoma ( produzindo sinal continuamente).
GENE DE SUPRESSÃO TUMORAL: São genes que suprimem a proliferação caso detectem anormalidades celulares.

Exemplos:
o RECEPTOR DO TGF - beta: receptor que inibe o crescimento celular em resposta á citocina TGF – beta.
oRB: regula o ciclo celular.
oNF1: inibição da transdução de sinal proliferativo pela RAS.
o APC: inibe a transdução do sinal proliferativo
o p53 e p16: inibe o crescimento e mutilação celular se detectar danos no DNA, repara e desencadeia a morte celular se necessário.

GENES QUE REGULAM A APOPTOSE: genes que promovam a apoptose podem sofrer mutações. EXEMPLOS:
op53: também pertence a esta classe pois promove a apoptose caso o dano do DNA sejam incorrigíveis.
oBCL2: protege a célula da apoptose
oBAX: promove a apoptose.
GENES DA REPARAÇÃO DO DNA: se estes genes estiverem inativados, a taxa de mutações passa a ser muito maior – instabilidade genética.

Como é o Processo de Carcinogênese
Estágio de iniciação: células sofrem o efeito dos agentes cancerígenos ou carcinógenos – modificação dos genes. Não é possível detectar tumor.



Estágio da Promoção:
Célula geneticamente alterada é transformada em célula maligna, lentamente.

                                                                   Estágio de progressão:
Multiplicação descontrolada e irreversível
Primeiras manifestações clínica da doença.
Carcinógenos: progressão da carcinogênese.
Ex: fumo (fatores que atuam 3 estágios)



Como age organismo.:
Integridade do sistema Imunológico

Capacidade de reparo do DNA danificado por agentes carcinógenos;

São mecanismos geneticamente pré-determinados

Como o tumor invade os tecidos.:
A capacidade de invadirem tecidos e produzir metástases depende de processos múltiplos. Que envolvem a degradação de membranas basais e de matriz extracelular, a entrada de células neoplásicas na corrente sangüínea, sua sobrevivência na circulação apesar do ataque do sistema imunológico, seu extravasamento com invasão de outros tecidos. Depois o tumor prolifera e se neovasculariza em novos locais.

INVASÃO E METÁSTASES:

Características gerais dos Tumores:

              
TUMORES MALIGNOS:
Crescimento rápido

Mal delimitados, infiltrativos,
            podem ter ulceração, necrose

Bem a mal diferenciado, atipias e mitoses freqüentes, infiltração vascular / neural

Metástases freqüentes, locais ou à distância

Recidivas são comuns

Conteúdo de DNA aumentado, cromossomos adicionais

               TUMORES BENIGNOS:
Crescimento lento, podendo
     estabilizar

Delimitados, encapsulados, homogêneos

Bem diferenciados, se assemelham ao tecido de origem, mitoses ausentes

Sem metástases

Sem recidivas

Conteúdo de DNA normal

Tipos de tumores:
Carcinoma: cancer originário em tecidos epiteliais como pele ou mucosas.
Sarcomas: câncer originário em tecidos conjuntivos como ossos, músculos ou cartilagens.
Leucemia e Linfomas: tumores das cels. do linfa e sangue tendo origem na medula óssea. Os que se concentram em órgãos linfoides são linfomas, os que se concentram na medula são as leucemias.


CÉLS. GERMINATIVAS:Teratoma Seminoma e outros( Tumores de ovário e testículo).
CELS. NEUROENDÓCRINAS: Tumores carcinóides.
CÉLS. DOS ENDOTÉLIOS: Hemangiossarcomas (vasos sangüineos), linfangiossarcomas (vasos linfáticos), colangiossarcomas ( vasos biliares).

        TUMORES EM ÓRGÃOS ESPECÍFICOS:
MELANOMA MALIGNO: Neoplasia invasiva dos melanócitos da pele.
TUMORES DA TIREOIDE: Neo na glândula tireoide.

Diagnóstico :

Biopsia
Endoscopias
Exames de imagem
Exames laboratoriais


Biopsia:











Endoscopias
          













Imagem (mamografia)


Imagem ( RNM)


Tratamento:

Tipo do tumor
Estadiamento
Condições do paciente

Modalidades terapêuticas
Cirurgia
Radioterapia
Quimioterapia
Imunoterapia

Redução da morbimortalidade:

Redução da incidência
Aumento da cura (diagnóstico precoce)
Redução dos danos (tratamento e reabilitação)

                             Prevenção primária, secundária ou terciária



                                                                Prevenção primária:

Evitar que a doença ocorra
Eliminar os agentes causais ou fatores de risco (tabagismo)
Intervir no processo de formação do câncer através dos fatores moduladores (hormônios)

Prevenção secundária:

Diagnóstico precoce ( screnning)
Depende das características da doença
Alta incidência
Evolução clínica longa
Dispor de método diagnóstico viável
Existir tratamento eficaz

Prevenção terciária:

ØAções oferecidas aos pacientes que tem a doença clinicamente manifestada.
ØObjetiva reduzir o dano
            Reabilitação
            Centros adequados ao tratamento
            Orientação e apoio psicológico

 Tratamento do câncer:
Cirurgia  

Radioterapia  


Radioterapia  





                







                                                        Cirurgia:
Tratamento Cirúrgico do Câncer:

Primeira modalidade (séc XIX)
Inicio em redução tumores ovarianos
Evolução com descoberta da anestesia em 1846
Melhora dos resultados com uso da assepsia em 1867

Tratamento Cirúrgico do Câncer:
Alta taxa de cura nos casos iniciais
Não tem resistência biológica
Avaliação segura da extensão
Riscos e morbidades
Deformidades e perda de função

Tratamento Cirúrgico do Câncer:
Diagnóstica
Estadiamento
Curativa
Paliativa
Preventiva em lesões pré-malignas

Tratamento Cirúrgico do Câncer
Diagnóstica

Tratamento Cirúrgico do Câncer
Curativa

        Tratamento do câncer:




Quimioterapia


Princípios Básicos em Quimioterapia
Conceito :      
               Tratamento de doenças através da utilização de drogas de efeito sistêmico com atividade antineoplásica.


§Modalidades :
          Curativa
          Neoadjuvante
          Adjuvante
          Paliativa
          Radiossensibilizante

        Limitações:
Falta de especificidade
Sensibilidade do tumor
Resistência (intrínseca ou adquirida)
Aceleração do crescimento tumoral (recrutamento de céls tronco)
           


              Efeitos colaterais:
            Mielotoxicidade
            Náuseas e vômitos
            Mucosite
            Cistite
            Toxicidade pulmonar
            Cardiotoxicidade


     Mielotoxicidade (limitante da dose)
          Anemia
          Neutropenia
          Trombocitopenia


          Náuseas e vômitos:                                                                                                                                                                  Relacionado à droga
            Ação periférica e central
            Agudo (24 a 48 hs) ou tardio (até 14 dias)
            Síndrome da êmese antecipatória
            Tratamento combinado


Imunoterapia: estimulam as defesas do organismo contra o câncer:
ØInterleucina
ØInterferon
ØAnticorpos monoclonais
ØVacinas

      Tratamento do câncer:

                                     Radioterapia

Conceito: 


É a manipulação terapêutica da radiação de alta energia capaz de separar um ou mais elétrons do orbital dos átomos ou moléculas, resultando em lesão ou destruição das células na área exposta.

           Modalidades:

      Curativa ( radical )
                        Paliativa
                        Neoadjuvante
                        Adjuvante

          Radioterapia:
    Teleterapiaalto poder de penetração grandes vol.
            Telecobaltoterapia
             Acelerador linear
   Braquiterapiaaltas taxas de dose em vol restrito
            Radiomoldagem
            Agulhamento

Princípios Básicos em Radioterapia
                   Acelerador linear
Curva de isodose na braquiterapia

Efeitos colaterais precoces
Descamação da pele
            Mucosite
            Diarréia
            Fadiga

Efeitos colaterais tardios:

Hipercromia cutanêa
            Epilação dos pêlos cutâneos
            Xerostomia e Perda do paladar
            Fibroses
            Fístulas
            Necrose
            Comprometimento da drenagem linfática
            Disfunção ovariana

Matéria cedida por: Hellen Rodrigues,estudante de Enfermagem.